Durante os últimos anos, muitos negócios passaram a depender quase exclusivamente do Instagram para divulgar ofertas, atrair clientes e manter relacionamento com o público. Isso aconteceu por um motivo simples: o Instagram virou uma vitrine acessível. A empresa publica uma imagem, grava um vídeo, mostra um produto, anuncia uma promoção e espera que as pessoas vejam.
O problema é que essa dependência se tornou perigosa. O alcance orgânico caiu, a disputa por atenção aumentou, os anúncios ficaram mais caros e o cliente está cada vez mais distraído. Uma publicação importante pode ser ignorada em segundos. Um story pode desaparecer sem gerar ação. Um conteúdo pode não ser entregue nem para uma pequena parte dos seguidores.
Enquanto isso, muitas empresas deixam passar uma oportunidade mais próxima, mais concreta e muitas vezes mais barata: as telas que já existem dentro do próprio negócio.
TVs em lojas, academias, clínicas, restaurantes, mercados, escolas, franquias e recepções não precisam ser apenas decoração. Também não precisam ficar exibindo canais aleatórios, vídeos soltos ou imagens desatualizadas. Quando bem usadas, elas se transformam em canais de venda, comunicação e influência no ponto físico.
Usar TVs no seu negócio para vender mais não significa abandonar o Instagram. Significa parar de depender apenas dele. O Instagram continua sendo importante para atrair, nutrir e manter presença digital. Mas a tela dentro do seu ambiente físico fala com uma pessoa que já está mais próxima da compra, do atendimento ou da experiência com a marca.
Essa diferença muda tudo.
Neste conteúdo:
- 1 Por que depender só do Instagram é um erro para negócios físicos?
- 2 TVs no negócio são canais de venda, não apenas telas decorativas
- 3 Como usar TVs no seu negócio para vender mais?
- 4 Use TVs para destacar ofertas no momento certo
- 5 Use TVs para aumentar o ticket médio
- 6 Use TVs para reduzir dúvidas antes da compra
- 7 Use TVs para divulgar QR Codes e levar o cliente para uma ação
- 8 Use TVs para fortalecer a marca no ambiente físico
- 9 Use TVs para divulgar parceiros locais
- 10 Use TVs para vender mesmo quando a equipe não está falando
- 11 O que colocar nas TVs do seu negócio?
- 12 Como organizar a programação das TVs?
- 13 Onde posicionar as TVs para vender mais?
- 14 Como medir se as TVs estão ajudando a vender?
- 15 Exemplos práticos de uso de TVs por tipo de negócio
- 16 O papel do AdLoop no uso estratégico de TVs
- 17 Conclusão
- 18 Perguntas frequentes sobre como usar TVs no negócio
Por que depender só do Instagram é um erro para negócios físicos?
O Instagram é uma ferramenta poderosa, mas não deve ser o único canal de comunicação de um negócio físico. Quando uma empresa depende apenas dele, fica refém de algoritmo, concorrência, frequência de postagem, orçamento de tráfego pago e comportamento imprevisível do público.
O primeiro problema é o alcance. Nem todos os seguidores veem o que a empresa publica. Muitas vezes, uma promoção importante, um lançamento ou um comunicado relevante não chega ao público no momento certo.
O segundo problema é a distração. Mesmo quando a publicação aparece, ela compete com amigos, influenciadores, memes, notícias, anúncios, vídeos curtos e milhares de outros estímulos. A atenção no feed é fragmentada.
O terceiro problema é a distância da compra. Uma pessoa pode ver uma oferta no Instagram enquanto está em casa, no trabalho ou fazendo outra atividade. Ela pode até se interessar, mas não necessariamente está pronta para agir naquele momento.
No ponto físico, a situação é diferente. O cliente está dentro da loja, na recepção, na academia, no restaurante ou no ambiente da empresa. Ele já se deslocou, já está presente, já tem algum nível de interesse ou relacionamento com a marca. Nesse contexto, uma tela bem posicionada pode influenciar uma decisão de forma mais direta.
Uma TV no negócio não substitui o Instagram. Ela complementa. O erro estratégico está em tratar o Instagram como o único lugar onde a comunicação acontece e ignorar o ambiente onde o cliente realmente compra, espera, circula e decide.
TVs no negócio são canais de venda, não apenas telas decorativas
Muitas empresas possuem TVs instaladas, mas não usam essas telas com intenção comercial. Em alguns casos, elas exibem programação aberta. Em outros, ficam com vídeos antigos, imagens sem atualização ou conteúdos institucionais que ninguém mais percebe.
Isso é desperdício de atenção.
Uma TV dentro de um negócio deve ser vista como um canal próprio. Assim como a empresa organiza o Instagram, o site, o WhatsApp e o atendimento, também precisa organizar o que aparece nas telas do ambiente físico.
Uma tela pode divulgar uma oferta. Pode apresentar um produto. Pode explicar um serviço. Pode mostrar um QR Code para o cliente acessar uma página, fazer cadastro, chamar no WhatsApp ou participar de uma promoção. Pode divulgar parceiros. Pode reforçar diferenciais. Pode educar o cliente. Pode reduzir dúvidas. Pode aumentar o ticket médio.
A questão não é apenas “ter TV”. A questão é transformar a TV em um ponto ativo de comunicação.
Uma academia pode usar telas para divulgar planos, aulas, desafios, produtos parceiros e serviços de nutricionistas ou fisioterapeutas. Uma clínica pode divulgar procedimentos, orientações, pacotes e cuidados pós-atendimento. Uma loja pode destacar produtos com maior margem, promoções e combos. Um restaurante pode exibir cardápio, ofertas do dia, sobremesas, bebidas e campanhas de delivery.
Quando a TV é usada com estratégia, ela deixa de ser um equipamento passivo. Ela passa a trabalhar pela empresa durante todo o horário de funcionamento.
Como usar TVs no seu negócio para vender mais?
Para usar TVs no seu negócio para vender mais, o primeiro passo é definir o papel de cada tela. Nem toda tela precisa ter a mesma função. Uma TV na vitrine tem um objetivo diferente de uma TV no caixa. Uma tela na recepção tem uma função diferente de uma tela dentro de uma sala de espera. Uma tela em uma academia tem dinâmica diferente de uma tela em uma loja de varejo.
A TV precisa estar conectada ao contexto do cliente. Se a pessoa está passando rapidamente, a mensagem precisa ser curta e visual. Se ela está aguardando atendimento, o conteúdo pode ser mais educativo. Se ela está próxima do caixa, a comunicação pode estimular uma compra complementar. Se ela está na vitrine, a tela precisa atrair atenção e gerar entrada.
O segundo passo é organizar os conteúdos por objetivo. Existem conteúdos para vender, conteúdos para informar, conteúdos para educar, conteúdos para reforçar marca e conteúdos para gerar relacionamento. Misturar tudo sem lógica transforma a tela em ruído.
O terceiro passo é manter a programação atualizada. Uma TV com promoção vencida comunica desorganização. Uma tela repetitiva demais perde atenção. Uma campanha sem data, sem contexto ou sem chamada para ação reduz o impacto.
O quarto passo é usar chamadas claras. A tela não deve apenas “mostrar coisas bonitas”. Ela deve conduzir o cliente para alguma ação ou percepção. Comprar, perguntar, acessar, agendar, escanear, conhecer, experimentar, contratar, renovar, participar. A ação precisa estar clara.
O quinto passo é medir e revisar. Se uma campanha aparece em tela, a empresa precisa acompanhar se ela gerou perguntas, vendas, cadastros, acessos ou conversas. Não precisa começar com uma análise complexa, mas precisa sair do achismo.
Use TVs para destacar ofertas no momento certo
Uma das formas mais diretas de vender mais com TVs no negócio é divulgar ofertas no momento em que o cliente está presente. Isso parece óbvio, mas muitas empresas fazem o contrário: divulgam ofertas nas redes sociais e deixam o ponto físico sem estímulo visual.
Imagine uma loja com uma promoção ativa. O cliente entra, olha produtos, conversa com o vendedor, mas não percebe a campanha. Se a oferta está apenas no Instagram, ele pode nem saber que existe. Uma tela dentro da loja resolve esse problema.
A TV pode exibir promoções do dia, produtos em destaque, descontos progressivos, kits, combos, lançamentos, condições de pagamento e campanhas sazonais. O ideal é que a mensagem seja simples e direta.
Em vez de colocar muita informação na tela, use uma chamada forte, imagem clara, preço ou benefício principal e uma ação objetiva. O cliente precisa entender rapidamente o que está sendo oferecido.
Em lojas, a tela pode destacar produtos que precisam girar mais rápido. Em restaurantes, pode promover pratos com maior margem. Em academias, pode divulgar planos trimestrais, semestrais ou anuais. Em clínicas, pode apresentar pacotes de serviços ou procedimentos complementares.
A lógica é simples: se o cliente já está no ambiente, a tela pode ajudá-lo a decidir.
Use TVs para aumentar o ticket médio
Vender mais nem sempre significa atrair mais clientes. Muitas vezes, significa vender melhor para quem já está dentro do negócio.
As TVs podem ajudar a aumentar o ticket médio ao divulgar produtos complementares, upgrades, combos e serviços adicionais. Esse tipo de comunicação funciona porque aparece em um momento próximo da decisão.
Um restaurante pode usar a tela para sugerir sobremesas, bebidas, combos ou pratos especiais. Uma loja de moda pode divulgar acessórios que combinam com determinados produtos. Uma academia pode apresentar avaliação física, personal trainer, plano premium ou produtos parceiros. Uma clínica pode explicar tratamentos complementares. Uma escola pode divulgar cursos adicionais, eventos ou materiais extras.
Esse tipo de venda não precisa ser agressivo. Pelo contrário. A tela pode educar, sugerir e apresentar possibilidades. Muitas vezes, o cliente não compra mais porque simplesmente não sabe que determinada opção existe.
O vendedor nem sempre consegue falar tudo. O atendente nem sempre lembra de todas as campanhas. A TV ajuda a reforçar mensagens comerciais de forma constante.
Use TVs para reduzir dúvidas antes da compra
Uma das razões pelas quais clientes deixam de comprar é a dúvida. Eles não entendem o produto, não percebem o valor, não conhecem o processo ou não sabem qual opção escolher.
As TVs podem reduzir esse problema ao explicar produtos e serviços de forma visual. Um vídeo curto, uma sequência de telas ou uma campanha educativa pode responder perguntas frequentes antes mesmo que o cliente fale com alguém.
Em clínicas, isso é muito forte. A tela pode explicar procedimentos, cuidados, preparo, benefícios e diferenças entre serviços. Em lojas, pode mostrar como usar um produto, quais são suas vantagens e para quem ele é indicado. Em academias, pode explicar planos, modalidades, horários e benefícios. Em restaurantes, pode apresentar ingredientes, diferenciais e sugestões.
Quando a comunicação educa, ela prepara a venda. O cliente chega ao atendimento mais informado e mais seguro. Isso reduz objeções e melhora a experiência.
Uma tela bem usada também ajuda a padronizar explicações. Em vez de cada colaborador explicar de um jeito, a empresa cria mensagens claras e consistentes.
Use TVs para divulgar QR Codes e levar o cliente para uma ação
Uma das formas mais práticas de conectar o ambiente físico ao digital é usar QR Codes nas telas. Isso permite transformar atenção em ação.
A TV pode exibir um QR Code para o cliente acessar o cardápio, chamar no WhatsApp, participar de uma promoção, baixar um material, entrar em um grupo, responder uma pesquisa, fazer cadastro, deixar avaliação, agendar atendimento ou conhecer uma oferta.
Esse uso é especialmente útil porque une presença física e conversão digital. O cliente está no local, vê a mensagem e pode agir imediatamente pelo celular.
Mas existe um cuidado importante: o QR Code precisa ter contexto. Não adianta colocar um código solto na tela sem explicar o benefício. A pessoa precisa saber por que deve escanear.
Em vez de apenas “aponte a câmera”, use chamadas como: “Escaneie e receba a oferta do dia”, “Acesse o cardápio completo”, “Agende sua próxima avaliação”, “Participe da campanha”, “Ganhe um benefício exclusivo” ou “Fale agora com nossa equipe”.
A tela chama atenção. O QR Code cria o caminho. A oferta dá motivo para agir.
Use TVs para fortalecer a marca no ambiente físico
Nem toda tela precisa vender diretamente o tempo todo. Uma parte da programação deve fortalecer a marca.
Isso significa mostrar diferenciais, bastidores, depoimentos, propósito, benefícios, cases, reconhecimento, equipe, processos e histórias que aumentam confiança. Esse tipo de conteúdo não necessariamente gera venda imediata, mas melhora percepção.
Uma clínica pode apresentar seus profissionais e especialidades. Uma escola pode mostrar projetos e conquistas dos alunos. Uma academia pode exibir evolução de membros, desafios e eventos. Uma loja pode apresentar curadoria, origem dos produtos e diferenciais de atendimento. Uma franquia pode reforçar campanhas institucionais e padrão de qualidade.
No Instagram, esse conteúdo disputa atenção com o mundo inteiro. Dentro do ambiente físico, ele reforça a experiência da pessoa que já está em contato com a marca.
A tela ajuda a construir autoridade no próprio ponto de relacionamento.
Use TVs para divulgar parceiros locais
Outra forma inteligente de usar TVs no negócio é divulgar parceiros locais. Isso pode gerar relacionamento, troca comercial e até receita.
Uma academia pode divulgar nutricionistas, lojas de suplementos, fisioterapeutas, clínicas de estética ou marcas esportivas. Uma clínica pode divulgar farmácias, laboratórios, profissionais complementares ou serviços de saúde. Um restaurante pode divulgar eventos locais, marcas parceiras e serviços da região. Uma loja pode divulgar fornecedores ou parceiros estratégicos.
Essa divulgação precisa ser feita com critério. O parceiro deve ter relação com o público do ambiente. Caso contrário, a tela vira poluição publicitária.
Quando bem feita, a parceria gera valor para todos: o negócio aproveita melhor suas telas, o parceiro acessa um público segmentado e o cliente recebe ofertas ou informações relevantes.
Esse modelo também ajuda a enxergar a TV como ativo. Se a empresa possui fluxo de pessoas, possui atenção. Se possui atenção, pode transformá-la em mídia. Mas para vender mídia com seriedade, precisa organizar campanhas e comprovar exibição.
Use TVs para vender mesmo quando a equipe não está falando
Um dos grandes benefícios das TVs no negócio é que elas comunicam o tempo todo. Enquanto o vendedor atende outro cliente, a tela continua apresentando ofertas. Enquanto a recepção organiza atendimentos, a tela continua orientando. Enquanto o aluno espera a aula começar, a tela continua divulgando planos, serviços e parceiros.
Isso não substitui pessoas. Mas aumenta a capacidade de comunicação da operação.
Em muitos negócios, a equipe não vende mais porque está sobrecarregada, porque esquece campanhas, porque não tem abordagem padronizada ou porque evita parecer insistente. A tela ajuda a resolver parte desse problema.
Ela cria uma camada visual de venda e informação. O cliente vê, interpreta e pode perguntar. Muitas conversas comerciais começam porque uma tela apresentou algo no momento certo.
Esse é um ponto importante: a TV não precisa fechar a venda sozinha. Ela precisa abrir portas para a venda acontecer.
O que colocar nas TVs do seu negócio?
O conteúdo ideal depende do tipo de empresa, mas algumas categorias funcionam bem para a maioria dos negócios físicos.
A primeira categoria é oferta. Promoções, combos, planos, produtos em destaque, lançamentos e campanhas sazonais.
A segunda categoria é educação. Explicações sobre produtos, serviços, processos, cuidados, benefícios e formas de uso.
A terceira categoria é prova. Depoimentos, avaliações, números, cases, antes e depois quando aplicável, resultados e reconhecimento.
A quarta categoria é marca. História, diferenciais, bastidores, equipe, missão, valores e posicionamento.
A quinta categoria é ação. QR Codes, chamadas para WhatsApp, cadastro, pesquisa, agendamento, programa de fidelidade e redes sociais.
A sexta categoria é relacionamento. Aniversariantes, comunidade, eventos, desafios, campanhas internas e conteúdos de pertencimento.
O ideal é criar uma programação equilibrada. Uma tela apenas promocional pode cansar. Uma tela apenas institucional pode ser ignorada. Uma tela apenas informativa pode perder potencial comercial. O melhor resultado vem da combinação.
Como organizar a programação das TVs?
Organizar a programação das TVs significa definir quais conteúdos serão exibidos, em qual ordem, em quais horários e por quanto tempo. Essa organização é o que separa uma TV estratégica de uma tela improvisada.
Uma programação simples pode alternar ofertas, conteúdos educativos, mensagens de marca e chamadas para ação. Por exemplo: uma campanha promocional, depois uma explicação de serviço, depois um depoimento, depois um QR Code para WhatsApp, depois uma oferta complementar.
Também é possível separar conteúdos por horário. Um restaurante pode divulgar café da manhã pela manhã, almoço perto do meio-dia e delivery no fim do dia. Uma academia pode divulgar aulas específicas antes dos horários de maior movimento. Uma loja pode destacar campanhas diferentes durante a semana e aos finais de semana.
Empresas com mais de uma unidade precisam ainda mais desse controle. Cada unidade pode ter campanhas locais, mas a marca precisa manter consistência. A programação deve permitir padronização sem impedir adaptação.
A empresa também deve revisar conteúdos vencidos. Campanhas antigas, datas passadas e ofertas encerradas prejudicam a confiança. Uma tela desatualizada comunica descuido.
Onde posicionar as TVs para vender mais?
O posicionamento das TVs influencia diretamente o resultado. Uma tela bem posicionada aumenta a chance de atenção. Uma tela mal posicionada vira enfeite.
Em lojas, bons pontos incluem vitrine, entrada, áreas de maior circulação, provadores, corredores estratégicos e caixa. Na vitrine, a função é atrair. Na área interna, é influenciar escolha. No caixa, é estimular compra complementar, cadastro ou recompra.
Em clínicas e consultórios, recepções e salas de espera são pontos fortes. O cliente tem tempo para assistir, aprender e conhecer outros serviços.
Em academias, telas podem ser posicionadas na entrada, recepção, áreas de treino, espaço de convivência e locais de espera. O conteúdo deve respeitar o ritmo do ambiente: mensagens rápidas em áreas de movimento e conteúdos mais explicativos em áreas de permanência.
Em restaurantes, as TVs podem apoiar cardápios, ofertas, combos, sobremesas, bebidas e campanhas de delivery. O posicionamento próximo ao balcão, caixa ou área de decisão costuma funcionar bem.
Em empresas, telas em áreas comuns, refeitórios, corredores e recepções ajudam a reforçar comunicados e cultura.
O ponto central é simples: a TV precisa estar onde existe atenção ou decisão.
Como medir se as TVs estão ajudando a vender?
A medição pode começar de forma simples. A empresa pode acompanhar perguntas geradas, vendas de produtos divulgados, acessos via QR Code, mensagens no WhatsApp, cadastros, agendamentos e adesão a campanhas.
Com o tempo, pode evoluir para uma análise mais estruturada. Por exemplo: comparar vendas de um produto antes e depois da exibição em tela, medir escaneamentos de QR Code por campanha, avaliar quais horários geram mais resposta ou acompanhar quais unidades executam melhor determinadas campanhas.
O importante é não tratar a TV como algo invisível na operação. Se ela está comunicando, precisa ter objetivo. Se tem objetivo, precisa ser analisada.
Nem toda campanha será medida da mesma forma. Uma campanha institucional pode gerar percepção de marca. Uma campanha promocional pode gerar venda. Uma campanha com QR Code pode gerar cliques. Uma campanha de parceiro pode exigir comprovação de exibição.
Medir ajuda a melhorar a programação e justificar o investimento.
Exemplos práticos de uso de TVs por tipo de negócio
Academias
Academias podem usar TVs para divulgar planos, desafios, aulas coletivas, horários, eventos, campanhas de renovação, produtos parceiros, serviços de nutricionistas, fisioterapeutas e lojas de suplementos. Também podem usar telas para fortalecer comunidade, mostrando resultados, conquistas e avisos importantes.
Clínicas e consultórios
Clínicas podem usar TVs para explicar procedimentos, apresentar profissionais, divulgar cuidados, orientar pacientes, promover serviços complementares e reduzir dúvidas frequentes. A sala de espera é um ambiente forte para conteúdo educativo e institucional.
Lojas de varejo
Lojas podem usar TVs para destacar ofertas, lançamentos, produtos estratégicos, combos, condições de pagamento, diferenciais e chamadas para WhatsApp ou programa de fidelidade. A tela pode apoiar o vendedor e estimular compras adicionais.
Restaurantes, bares e cafeterias
Restaurantes podem usar TVs para cardápio digital, promoções do dia, combos, sobremesas, bebidas, eventos, campanhas de delivery e divulgação de redes sociais. A comunicação precisa ser visual, rápida e apetecível.
Franquias
Franquias podem usar TVs para padronizar campanhas em várias unidades, divulgar materiais nacionais, permitir ações locais e manter a identidade da marca. A gestão centralizada reduz improviso e melhora controle.
Empresas
Empresas podem usar TVs para comunicação interna, indicadores, campanhas de RH, cultura, segurança, eventos, treinamentos rápidos e avisos operacionais. A tela ajuda a reforçar mensagens importantes sem depender apenas de e-mails ou grupos internos.
O papel do AdLoop no uso estratégico de TVs
Para usar TVs no negócio de forma profissional, não basta ligar uma tela e colocar um vídeo em repetição. É preciso organizar mídias, criar campanhas, definir dispositivos, programar conteúdos e acompanhar o que está sendo exibido.
O AdLoop ajuda empresas a transformar telas em canais gerenciados de comunicação e mídia. Com uma plataforma de gestão, o negócio consegue controlar melhor o que aparece nas TVs, organizar campanhas por período, atualizar conteúdos e estruturar a operação de forma mais simples.
Isso é útil para quem possui uma única tela e quer começar com mais organização. Também é útil para empresas com várias unidades, franquias, academias, clínicas, lojas e restaurantes que precisam gerenciar telas com mais controle.
O principal ganho está na mudança de mentalidade. A TV deixa de ser apenas um equipamento ligado na parede e passa a ser um canal comercial do negócio.
Conclusão
Usar TVs no seu negócio para vender mais é uma forma inteligente de aproveitar a atenção que já existe no ambiente físico. Enquanto muitas empresas concentram toda a comunicação no Instagram, deixam escapar oportunidades dentro da própria loja, recepção, academia, clínica, restaurante ou franquia.
O Instagram continua importante, mas ele não deve carregar sozinho a responsabilidade de comunicar, vender e engajar. A tela no ponto físico fala com quem já está presente, já conhece a marca ou já está próximo de uma decisão.
Quando bem posicionadas e bem gerenciadas, as TVs ajudam a divulgar ofertas, aumentar ticket médio, reduzir dúvidas, fortalecer marca, gerar ações via QR Code, divulgar parceiros e melhorar a experiência do cliente.
O erro é tratar a TV como decoração. O acerto é tratá-la como canal.
Se o seu negócio já tem telas, o próximo passo é simples: pare de perguntar apenas o que publicar no Instagram e comece a perguntar o que deveria aparecer nas suas TVs todos os dias.
Perguntas frequentes sobre como usar TVs no negócio
Você pode usar TVs para divulgar ofertas, produtos em destaque, combos, QR Codes, campanhas, serviços complementares, depoimentos e chamadas para WhatsApp. O ideal é posicionar as telas em locais de atenção ou decisão.
Não. A TV complementa o Instagram. O Instagram ajuda na presença digital e atração. A TV atua no ambiente físico, falando com clientes que já estão próximos da compra ou do atendimento.
Uma loja pode exibir promoções, lançamentos, produtos com maior margem, condições de pagamento, vídeos demonstrativos, QR Codes, campanhas sazonais, depoimentos e chamadas para o programa de fidelidade.
Uma academia pode exibir planos, horários de aulas, desafios, campanhas internas, dicas de treino, parceiros locais, produtos, eventos, avisos e conteúdos de comunidade.
Uma clínica pode exibir orientações, explicações sobre procedimentos, cuidados antes e depois do atendimento, apresentação de profissionais, serviços complementares, campanhas e QR Codes para agendamento.
Sim, desde que usadas com estratégia. As TVs podem influenciar decisões, destacar ofertas, reduzir dúvidas, apresentar produtos e estimular ações no momento em que o cliente está no ambiente físico.
Sim, dependendo do fluxo de pessoas e do perfil do público. Academias, clínicas, restaurantes, lojas e outros ambientes podem divulgar parceiros locais, desde que a comunicação seja relevante e bem organizada.
Para uma operação simples, é possível começar manualmente. Mas quando há várias telas, campanhas recorrentes, unidades diferentes ou necessidade de atualização frequente, uma plataforma ajuda a organizar e profissionalizar a gestão.
Você pode acompanhar vendas dos produtos divulgados, perguntas geradas, escaneamentos de QR Code, mensagens no WhatsApp, cadastros, agendamentos e comparação de resultados antes e depois da campanha.
Sim. O AdLoop permite organizar telas, mídias, campanhas e dispositivos para transformar TVs comerciais em canais de comunicação, vendas e mídia dentro de ambientes físicos.


